25 de jan de 2008

As Qliphoth (Capítulo 26, da Parte 3, do livro A Cabala Mística), de Dion Fortune

1. No capítulo anterior, fizemos referência às Qliphoth , as Sephirot malignas e adversas; é hora, portanto, de estudá-las em detalhe, embora elas sejam "forças terríveis, havendo perigo até mesmo em pensar nelas".
2. Poder-se-á perguntar então por quê, sendo essas formas tão perigosas, será preciso estudá-las. Não seria melhor desviar a mente e impedir que as imagens de tais forças se formem na consciência? Em resposta a essa questão, podemos citar os preceitos de Abramelin, O Mago, cujo sistema de magia é o mais completo e poderoso que possuímos. De acordo com esse sistema, o operador, depois de um prolongado período de purificação e preparação, evoca não apenas as forças angélicas, mas também as demoníacas.


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